De volta a Casa dos sonhos

terça-feira, 11 de abril de 2017
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foto de Raynara
Depois de quatro anos de interrupção, Fotógrafos de rua recomeça as suas atividades na Casa dos sonhos. É aqui que em 2009 começou a aventura: quatro anos de atividade na Casa dos sonhos e em seguida o projeto se espalhou nos quilombos de Matão, Matias, Pedra d'Água e Grilo.

Em 2016 foi realizado um lindo projeto na escola da Penha que se concluiu com uma bela exposição na Estação Cabo Branco (http://fotografosderua.blogspot.com.br/search/label/Tod%40s%20diferentes).

Hoje foi a volta da quarta oficina para aprender as técnicas de foco: o resultado foi surpreendente!

Foto de Adriele

Foto de Anderson

Foto de André

Foto de Claryce

Foto de Iago

Foto de Joanderson

Foto de Juliano

Foto de Kamila

Foto de Lidiane

Foto de Maria Eduarda

Foto de Yomar

Brasil, Itália, mundo: um grande abraço!

sábado, 24 de dezembro de 2016
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Uma nova exposição do projeto Fotógrafos de rua na Estação Cabo Branco

sábado, 26 de novembro de 2016
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Será inaugurada no dia primeiro de dezembro a exposição “Tod@s diferentes - Tod@s iguais”, fruto das oficinas ministradas pelo fotógrafo Alberto Banal a 12 alunos da escola da Penha Antônio Santos Coelho Neto. Um breve e intenso percurso que levou os participantes a experimentar as técnicas básicas da fotografia mas, sobretudo, a refletir através das imagens tiradas sobre o valor da diferencia na igualdade. 


FOTÓGRAFOS DE RUA
O projeto FOTÓGRAFOS DE RUA nasceu em 2009 na Casa dos sonhos com o intuito de proporciona aulas de fotografia a jovens e adolescentes do bairro Santo Amaro (município de Santa Rita) e em várias comunidades quilombolas.
O projeto, tem por objetivo geral ajudar adolescentes, jovens e mães a desenvolverem um olhar mais crítico de sua realidade. Especificamente pretende contribuir para a formação de uma nova consciência de si mesmos através da análise e reflexão sobre as imagens tiradas na comunidade onde moram; pretendendo ainda, incentivar o protagonismo social e uma maior visibilidade dos jovens no cenário da sua comunidade.
Ensinando a técnica da fotografia, Fotógrafos de rua incentiva a autoestima dos alunos e a confiança nas suas possibilidades de desenvolvimento dentro e fora da comunidade. A fotografia poderá ser o instrumento de libertação e reconhecimento destes grupos excluídos e silenciados. A metodologia utilizada no projeto é composta de aulas teóricas expositivas e dialogadas, as quais se acrescentam aulas práticas nos lugares onde os alunos moram.
Nas oficinas, os alunos aprendem técnicas de fotografia digital e, num segundo momento, junto com o professor, debatem sobre o conteúdo das imagens “clicadas” durante o trabalho de campo. O Projeto Fotógrafos de Rua insiste na utilização de instrumentos e formas de expressão que permitam a interação e o diálogo entre a fotografia e a visão da realidade das pessoas envolvidas. Essa ação poderá contribuir para que elas tenham uma atuação mais direta na transformação de seu cotidiano. Após a conclusão dos cursos são promovidas mostras fotográficas com os trabalhos produzidos pelos alunos do projeto.
Com efeito, a exposição representa um momento através do qual os alunos querem mostrar as novas habilidades adquiridas, mas também, a sua visão da realidade; a percepção de si mesmos e do seu ambiente e como eles querem se comunicar “a fora”, aos outros que, na maioria dos casos, não conhecem a sua realidade ou tem uma visão estereotipada. É o começo de um caminho que geralmente exerce um papel significativo na formação psicológica e social dos envolvidos.

Fotógrafos de rua realizou cursos na Casa dos sonhos, na Casa do menor Daniel Comboni, nos quilombos de Matão, Grilo, Pedra d’Água e Matias. Atualmente o projeto está em andamento na Escola da Penha Antônio Santos Coelho Neto.

RITUAIS DO VER: vale a pena ver na Estação Cabo Branco de Alberto Banal

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
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“Seria interessante perceber que imagens a fotógrafa colecionaria nas exposições em que as artes visuais já não dominam e em que o exame e a vivência da arte assentam noutros pressupostos, requerem outros mecanismos e mobilizam outros sentidos”.
Inspirado pela indagação de Laura Castro, a minha curiosidade em visitar a exposição “Rituais do ver” de Fátima Carvalho tomou um caminho inesperado e intrigante.
Numa primeira fase visitei a exposição sozinho tentando experimentar, como afirma Isolina Carvalho, “um ato que se desenvolve através dum diálogo aparentemente surdo, ou se quisermos, intercomunicacional, usando o olhar e o silêncio como referências primeiras, entre as duas realidades: o observador e o observado, num jogo mágico que persegue essas outras imagens, construídas por um fotógrafo inquieto...”
Com efeito me perdi atrás dos passos da fotógrafa, a portuguesa Fátima Carvalho, a qual claramente faz parte da comunidade habitual dos museus e galerias. A vejo deambular, observar, conversar, fotografar, arquivar as imagens captadas em exposições. As mesmas imagens que agora estão expostas neste maravilhoso prédio de Oscar Niemayer cujo nome é Estação Cabo Branco Ciência Cultura & Artes. E que não é museu, nem galeria de arte, nem repositório, nem qualquer outra coisa estaticamente ligada ao conceito de arte absoluta no sentido estreito do termo.


A Estação Cabo Branco vai além de uma definição especifica, aliás, como afirma a vice-diretora Lúcia França, ela é e quer ser o lugar da cultura do povo, onde qualquer tipo de expressão artística pode oferecer algo de novo e ser gerador de curiosidade “cultural” para os milhares de visitantes de todas as camadas sociais.


É nesse contexto “não oficial” da arte que toma um novo sentido a exposição de Fátima Carvalho. E foi assim que eu mesmo me transformei numa testemunha das mais variadas formas de fruição e contemplação artística, sem precisar de um padrão único de interpretação, a não ser a espontaneidade de inúmeros e diferentes “rituais do ver”: a arte, a fotografia descendo do seu Olimpo para se encarnar no tecido social de um povo raramente acostumado a pisar silenciosos museus ou álgidas galerias, mas faminto de emoções e elevação cultural.


Obrigado Fátima Carvalho por mais uma oportunidade de fruição cultural.

RITUAIS DO VER
de Fátima Carvalho
Estação Cabo Branco Ciência Cultura & Artes
João Pessoa/PB - Brasil
08 de novembro a 10 de dezembro de 2015

Uma exposição para homenagear o povo quilombola no Dia da consciência negra

quinta-feira, 19 de novembro de 2015
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Está aberta a visitação a exposição "Troncos velhos - galhos novos: o legado intergeracional nos quilombos" na Estação Cabo Branco de João Pessoa. 



Trinta e nove são as Comunidades quilombolas no Estado da Paraíba até agora conhecidas e catalogadas, trinta e sete são as que possuem o Certificado do Auto reconhecimento emitido pela Fundação Cultural Palmares.
A Estação Cabo Branco - Ciência Cultura & Artes já proporcionou a oportunidade de mostrar por meio de exposições, a realidade destas comunidades outrora e ainda em parte hoje esquecidas e excluídas pelo poder público e pela sociedade em geral. A finalidade desta exposição fotográfica é mostrar duas faces especificas do povo quilombola, a dos idosos, que representa a raiz da tradição (o “antigamente”), e a das crianças, que representa o grande potencial de futuro (o “futuramente”). Enquanto os anciãos (pretos velhos) carregam os valores da ancestralidade e garantem a continuidade da tradição, as crianças constituem uma geração chave e estratégica para o futuro que pode ser o começo de um novo tempo, como também a ultima etapa da dissolução de muitas comunidades. Uma geração que está vivendo e sofrendo o advento da modernidade em todos os seus aspectos, sociológico, tecnológico, antropológico, enquanto a transmissão da cultura tradicional está se perdendo num esquecimento assombroso.


É até claro demais que a sobrevivência das comunidades quilombolas é estreitamente ligada ao reconhecimento e reconquista do seu território e, nisso, a omissão dos Órgãos públicos competentes para isso é culpadamente lamentável. Ao mesmo tempo estas comunidades não poderão ter um futuro sem a preservação e a revitalização de sua identidade cultural.
A maioria das crianças retratadas nestas imagens participa do Projeto Escrilendo que incentivando o prazer da leitura e da escritura se propõe resgatar e reforçar a identidade cultural nas comunidades quilombolas de Matão, Matias e Pedra d’Água.
O Projeto ESCRILENDO é uma atividade da Associação de Apoio as Comunidades Afro Descendentes da Paraíba – AACADE - em parceria com Casas de Leitura, Casa dos Sonhos e os amigos italianos da Associação UNITI PER LA VITA e do grupo JUST DANCE.
Para ver todas as fotos clicar na imagem
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TRONCOS VELHOS – GALHOS NOVOS, o legado intergeracional nos quilombos - a nova exposição de Alberto Banal na Estação Cabo Branco, João Pessoa/PB

domingo, 8 de novembro de 2015
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Trinta e nove são as Comunidades quilombolas no Estado da Paraíba até agora conhecidas e catalogadas, trinta e sete são as que possuem o Certificado do Auto reconhecimento emitido pela Fundação Cultural Palmares.
A Estação Cabo Branco - Ciência Cultura & Artes já proporcionou a oportunidade de mostrar por meio de exposições, a realidade destas comunidades outrora e ainda em parte hoje esquecidas e excluídas pelo poder público e pela sociedade em geral.
A finalidade desta exposição fotográfica é mostrar duas faces especificas do povo quilombola, a dos idosos, que representa a raiz da tradição (o “antigamente”), e a das crianças, que representa o grande potencial de futuro (o “futuramente”). Enquanto os anciãos (pretos velhos) carregam os valores da ancestralidade e garantem a continuidade da tradição, as crianças constituem uma geração chave e estratégica para o futuro que pode ser o começo de um novo tempo, como também a ultima etapa da dissolução de muitas comunidades. Uma geração que está vivendo e sofrendo o advento da modernidade em todos os seus aspectos, sociológico, tecnológico, antropológico, enquanto a transmissão da cultura tradicional está se perdendo num esquecimento assombroso.
É até claro demais que a sobrevivência das comunidades quilombolas é estreitamente ligada ao reconhecimento e reconquista do seu território e, nisso, a omissão dos Órgãos públicos competentes para isso é culpadamente lamentável.
Ao mesmo tempo estas comunidades não poderão ter um futuro sem a preservação e a revitalização de sua identidade cultural.
A maioria das crianças retratadas nestas imagens participa do Projeto Escrilendo que incentivando o prazer da leitura e da escritura se propõe resgatar e reforçar a identidade cultural nas comunidades quilombolas de Matão, Matias e Pedra d’Água.
O Projeto ESCRILENDO é uma atividade da Associação de Apoio as Comunidades Afro Descendentes da Paraíba – AACADE - em parceria com Casas de Leitura, Casa dos Sonhos e os amigos italianos da Associação UNITI PER LA VITA e do grupo JUST DANCE.


São Francisco 24 horas

quinta-feira, 5 de março de 2015
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Para comemorar os 25 anos de atividade do Centro Cultural São Francisco de João Pessoa, amanhã, sexta feria, 06 de março, será inaugurada a exposição fotográfica de Alberto Banal: São Francisco 24 horas.

Ao fotografar a torre principal do Centro Cultural São Francisco o fotógrafo Alberto Banal extravasa seu olhar sobre a bela paisagem do Centro Histórico de João Pessoa. Cada fragmento do panorama visto é também um recorte da memória deste importante ícone arquitetônico da capital paraibana. 
A exposição ‘São Francisco 24 Horas’ busca desvelar o tesouro contido na paisagem deste lugar. Muitas vezes esquecido por tantos, este lugar tão especial é agora revelado de um ângulo exclusivo. São imagens que vão muito além da beleza, transmitem o sentimento de pertencimento e nos convida a reflexão, cada foto nos convoca a ver com novo olhar o que está em nossa memória desde sempre. As marcas do tempo, o clima, o vento, a cor do céu e as árvores do entorno são participes deste poema incólume, percebido pela sensibilidade de quem não está aqui por acaso. 
Alberto Banal como um artista meticuloso transmite seu compromisso com a cultura de nossa terra, reunindo elementos da história viva e do nosso povo transformando seu contexto de forma indelével. Cada imagem revela a personalidade do lugar, nos traz ‘paz e bem’ como o desejo eterno de Francisco. 

Lúcia França 
Curadora Geral Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes



Para ver as fotos clicar na imagem geral

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